O Porto Open em ténis foi promovido a ATP Challenger 125 no setor masculino, que se junta ao WTA 125 feminino, com a organização a referir que se torna no maior evento combinado em piso rápido da Península Ibérica.
“A subida de categoria (era ATP Challenger 100) representa um marco importante para o torneio e para o ténis nacional. Este crescimento reflete o trabalho consistente que tem vindo a ser desenvolvido e a ambição de fazer crescer o torneio”, congratulou-se o presidente da Associação de Ténis do Porto (ATP) e entidade organizadora, António Paes de Faria.
“Este reforço no estatuto internacional coincide com uma mudança estratégica no calendário: o torneio passa a disputar-se entre 20 de setembro e 4 de outubro, deixando a tradicional data de julho. A competição feminina realiza-se na primeira semana, seguida da prova masculina. A consolidação do Porto Open tem contado com uma forte intervenção da Federação Portuguesa de Ténis, através do seu apoio institucional, parceria estratégica e estreita articulação organizativa, fatores determinantes para a afirmação do torneio no circuito internacional. (…) Com origens que remontam ao final da década de 1990 e uma presença regular no calendário internacional desde então, o Porto Open construiu um percurso sólido ao longo de mais de duas décadas. Essa longevidade constitui um dos seus principais fatores distintivos, posicionando-o como uma das provas mais consistentes e reconhecidas do circuito”, destaca, em nota publicada no site oficial, a ATP.
O Porto Open já teve como vencedoras a espanhola Arantxa Sánchez Vicario (2001), que chegou a liderar o ranking mundial, e a brasileira Beatriz Haddad Maia (2020), que atingiu o top 10 do ranking WTA em 2023.
No setor masculino, Nuno Borges, atual número um nacional, e João Sousa já foram finalistas do torneio.
Foto: FTP