A Federação de Ginástica de Portugal (FGP) em risco de ver suspensa condição de utilidade pública, revelou, esta semana, o jornal “Público”.
A Federação de Ginástica de Portugal (FGP) está sob ameaça de perder o estatuto de Utilidade Pública Desportiva (UPD) depois de não ter cumprido uma decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), que anulou o processo eleitoral da FGP realizado entre Dezembro de 2024 e Janeiro de 2025, impondo a sua repetição.
O IPDJ, que instaurou um processo de fiscalização à Federação de Ginástica de Portugal, já avisou que “a realização de eleições em crassa violação das regras estatutárias de tamanha importância quanto as atinentes à perda de mandato configura uma irregularidade grave. Podendo tal irregularidade grave acarretar a suspensão da Utilidade Pública Desportiva da FGP”, pode ler-se num ofício recebido pela FGP a 18 de Março último, tendo o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) dado um prazo de 30 dias para que fossem apresentados documentos que fizessem prova da tomada de posse de órgãos sociais resultantes de eleições válidas.
A FGP é uma pessoa coletiva de direito privado, constituída em 20 de novembro de 1950, que detém o estatuto de utilidade pública desportiva, presidida por Luís Arrais.
Até ao momento, nenhum elemento da FGP se pronunciou, oficialmente, sobre esta polémica.
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